Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de setembro de 2015

Dilma cita ciência e Arca de Noé em discurso confuso

Postado por: Edson Araujo às 10:22

A fala polêmica já virou meme na internet e reacendeu as discussões entre ciência e religião

Dilma cita ciência e Arca de Noé em discurso confuso
Dilma cita ciência e Arca de Noé em discurso confuso
A presidente Dilma Rousseff participou da entrega do 28º Prêmio Jovem Cientista que aconteceu na terça-feira (15) em Brasília e fez um discurso misturando Bíblia e ciência.
Dilma ressaltou em seu discurso que a ciência transforma o mundo e que o país deve investir mais em tecnologia e inovação para que esta transformação aconteça.
“Transformar o mundo significa, necessariamente, levar a cada uma das pessoas as melhores condições de vida. E é isso que a ciência faz, né, Aldo, desde a Arca de Noé”, disse ela se referindo ao ministro Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação.
A presidente cumprimentou os ganhadores do prêmio e afirmou que acredita no potencial do país de ter cientistas cada vez mais engajados no desenvolvimento de pesquisas.
Foram 1.900 inscritos na edição deste ano do Prêmio Jovem Cientista, os cinco vencedores – de cinco categorias diferentes – dividiram R$ 800 mil em prêmios. O programa é uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) em parceria com a Gerdau, a BG Brasil e a Fundação Roberto Marinho.
A fala da presidente durante o evento já virou meme na internet, e faz parte de uma série de outros vídeos com falas de Dilma Rousseff que são pouco compreensíveis. A comunidade científica, principalmente, não conseguiu entender o que ela quis dizer sobre a ciência transformar o mundo desde a Arca de Noé, pois para muitos cientistas a arca não existiu, assim como o dilúvio descrito na Bíblia.
Assista:

Fonte: GospelPrime

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Clark Crente deseja ser vereador

Postado por: Unknown às 13:38


Candidato curitibano usa a fé como plataforma política

Clark Crente deseja ser vereador
Na disputa por uma vaga na câmara de vereadores de Curitiba, como na maioria das capitais, há candidatos que fazem de tudo para chamar a atenção dos eleitores. Além do ator Ahnão e do pai-de-santo Chik Jeitoso, o PDT terá uma espécie de super-herói. Na capital paranaense, seu partido está coligado com o PV e o PT.
Ewerson Alves da Silva, que usa o título de “Clark Crente”, tem 31 anos, é casado com a professora Deise Cristina Machado da Silva e pai de Maria Carolina Machado da Silva, de 9 anos.
Sua plataforma principal é a educação, mas ele diz que também “incentiva o esporte em todos os seus segmentos, pois acredita que o esporte é fundamental para a qualidade de vida das pessoas”.
Mas a escolha do nome que irá aparecer nas urnas é uma questão de fé. Ele afirma ser “surfista de Cristo, nadador e corredor” e já ter feito trabalho social com missionários em outros países “transmitindo amor, alegria e esperança para crianças carentes”. Isso fica ainda mais claro em seu perfil no Facebook,  onde ele diz que deseja “mandar por terra todo o mau, inspirado pelo Espírito Santo” e que foi empregado por Jesus Cristo para “batalhar contra as artes das trevas”.
Ewerson (ou Clark) diz que “suas batalhas pela busca de justiça social e melhor qualidade de vida da população são fundamentadas pela vida religiosa, onde busca força e esperança”. E vai mais além, usando o nome de Jesus, defende seu compromisso “com a verdade, a ética, a justiça e a valorização do cidadão”.
Embora seu site não traga informações como o número de sua candidatura, o “personagem” está fazendo sucesso nas redes sociais por conta do nome inusitado da candidatura.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Assembléia de Deus teve mais êxito nas Eleições 2010 do que o PT

Postado por: Unknown às 07:41


Assembléia de Deus teve mais êxito nas Eleições 2010 do que o PT
A Assembleia de Deus, maior denominação evangélica pentecostal do Brasil, comemora seu centenário em 2011, e sua bancada, que lidera a Frente Parlamentar Evangélica na Câmara, representa 22,5 milhões de brasileiros.
Antes das eleições de 2010, o deputado federal Ronaldo Fonseca (PR-DF) reuniu-se com José Wellington Bezerra, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, para escolher pastores e lideranças da igreja com bom potencial eleitoral. Fecharam a lista em 30 nomes. Conseguiram eleger 22 deles, um percentual assombroso de 73,3% de sucesso.
Não há partido político no Brasil com tamanho êxito: o PT, por exemplo, dono da maior bancada da Câmara, lançou 334 candidatos a deputado federal e elegeu 88 deles (26,3%). Dos 73 deputados que compõe a bancada evangélica, os assembleianos são um terço. Seu presidente, o deputado federal João Campos, é membro da igreja.
Com seu eleitorado fiel, os parlamentares ligados à Assembleia de Deus podem se dar ao direito de contrariar a orientação partidária para defender o seu grupo. Segundo Fonseca, presidente subdivisão ligada à igreja na Câmara, “temos um acordo com nossos partidos: se o que está em pauta na Casa atentar para alguma questão moral, temos independência. Foi assim que derrubamos o kit gay”.
O deputado se refere à suspensão da produção e distribuição do kit anti-homofobia, produzido pelo Ministério da Educação para distribuição nas escolas. À época, os parlamentares chegaram a ameaçar adesão à CPI, movida pela oposição, contra o ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci, acusado de súbito enriquecimento.
Quase toda a bancada evangélica, 63 parlamentares, faz parte de partidos da base do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “Os partidos sabem que não tem como segurar esses deputados. Falou em aborto, descriminalização da maconha ou casamento gay, os evangélicos votam contra. O PSC é base do governo Dilma, mas nem adianta pedir apoio nessas questões”, afirmou o vice-presidente do PSC, pastor Everaldo Pereira.
Para o segundo semestre, os evangélicos devem, novamente na esteira de atuação dos adeptos da Assembleia de Deus, encampar duas pautas. Uma é a elaboração de versão “alternativa” ao projeto de Lei 122, sob relatoria da senadora Marta Suplicy (PT -SP), que criminaliza a homofobia.
“Queremos que o empregador possa estabelecer critérios para não contratar alguém. Inclusive por diferenças de religião ou opção sexual”, disse Fonseca. “Se você não quiser me contratar por eu ser pastor, tudo bem. Mas também quero ter o direito de, caso eu tenha uma empresa, não contratar gay.”
A outra é promover um plebiscito nacional que substitua a aprovação do STF (Supremo Tribunal Federal), que julgou constitucional a união civil entre pessoas do mesmo sexo. A reivindicação dos deputados evangélicos ganhou fôlego e substância após a divulgação, na semana passada, de pesquisa do instituto Ibope Inteligência, que revelou que 55% dos brasileiros são contra a união estável para casais homossexuais. O percentual de contrários sobe para 77% entre evangélicos.
Por ora, os assembleianos se dizem satisfeitos com a presidente Dilma: “Ela não nos ‘peitou’ quando fomos pra cima, no caso do kit gay. Então está bom”, disse Fonseca. “Agora, precisa nos receber. Passaram-se seis meses e a gente só conversa com o Gilberto Carvalho [ministro da Secretaria-Geral da Presidência]“, destacou o pastor Everaldo.
Rondônia é o Estado que abriga mais parlamentares ligados à Assembleia de Deus, em termos absolutos e proporcionais: três de seus oito deputados federais pertencem à igreja. O PSC, com oito deputados, é o partido preferencial. Na sequência, aparece o PR, com quatro deputados –a sigla tem em suas fileiras muitos evangélicos, cuja maioria é de presbiterianos, como o deputado federal Anthony Garotinho (RJ).
Essencialmente, os parlamentares da Assembleia de Deus recorrem a três estratégias na hora de arrecadar fundos para a campanha eleitoral: doações em quantias menores, vindas de simpatizantes; empenho de recursos próprios; ou doações dos próprios partidos e recursos vindos de empresas.
Um dirigente partidário, sob a condição do anonimato, explicou: “Tem muito preconceito contra o evangélico. Então, as empresas ajudam, mas preferem não serem vinculadas diretamente ao candidato. Doam para o partido e a gente repassa”.
Destaca-se entre os recebedores de pequenas quantias o deputado federal Paulo Freire (PR-SP), filho do pastor José Wellington: das 350 doações que recebeu na campanha de 2010, 304 eram em valores de até R$ 400, segundo sua prestação de contas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Zé Vieira (PR-MA) foi quem mais empenhou dinheiro do próprio bolso, nada menos que R$ 310 mil dos R$ 333 mil de sua receita. O campeão em recebimento de repasses partidários foi o deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ).
Dos R$ 3,2 milhões que recebeu, R$ 9.000 foram doados pelo presidente regional do PMDB no Rio, Jorge Picciani. O resto veio do PSC. Foi também o maior arrecadador do grupo, cuja média de receita nas eleições foi de R$ 575,2 mil.
Fonte: Folha

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Marina Silva sai do PV. Leia o discurso na integra

Postado por: Unknown às 17:03


Marina Silva oficializa que saiu do PV e diz que não procurará outro partido. Leia o discurso na integra
A ex-senadora Marina Silva anunciou, nesta quinta-feira (7), a desfiliação do Partido Verde no evento “Encontro por uma nova política”, realizado na Zona Oeste de São Paulo, e a criação de um movimento, ainda sem nome, para discutir política. O evento reuniu aliados da ex-ministra do Meio Ambiente.
Segundo o deputado federal Alfredo Sirkis, o movimento terá como lema o tema “verde e cidadania”.
“Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”, disse, em discurso. A íntegra do discurso foi publicada no blog da ex-senadora, assim como a carta de desfiliação, assinada por outras 15 pessoas.
O ex-deputado Fernando Gabeira participou do evento por meio de uma videoconferência. Ele apenas expressou apoio ao movimento de Marina Silva, mas não declarou ter deixado o partido e afirmou que não cogita sair do PV.

Eleições

Marina ressaltou que a saída do partido não tem motivação eleitoral. “Manter a coerência e seguir em frente, é o sentido de nosso gesto, repito. Não se trata de uma saída pragmática, com olhos postos em calendários eleitorais. Ao contrário, é a negação do pragmatismo a qualquer preço.”
“Não sou candidata a priori, não vou ficar na cadeira cativa e não sei se vou me candidatar à presidência (em 2014). Não vou engessar a minha vida a priori numa expectativa induzida para ser candidata. Me exponho a um processo e quero ver, como pessoa, onde é melhor a minha contribuição”, afirmou.
Marina deixou o PT em agosto de 2009 e se filiou ao PV para concorrer às eleições de 2010. Disputou a Presidência da República e ficou em terceiro lugar, com quase 20 milhões de votos.
Sobre o movimento que deverá mobilizar a partir de agora, ela afirmou: “Estamos procurando metabolizar uma nova forma de fazer polítca, não há ainda uma fórmula. As pessoas estão na expectavia, mas também estou. Não deve ser criada a ilusão da velha liderança.”

‘Coerência’

Marina começou seu discurso relembrando o texto para um convite para a candidatura de 2010, em que falava na criação de “um grande movimento para que o Brasil vá além e coloque em prática tudo aquilo que a sociedade aprendeu nas últimas décadas”. O documento também dizia, segundo Marina, que era preciso “reinventar o futuro” e que “a distância entre o que somos e o que podemos ser não é tão longa se nos dispusermos a começar a caminhada.”
“Estamos aqui hoje para reafirmar que esta continua sendo a nossa palavra, que vale o que está escrito. Está nesta palavra dada a principal razão pela qual eu mesma e tantos companheiros estamos nos afastando do Partido Verde. Para manter nossa coerência e seguir em frente, em união com aqueles que, embora não se desligando do partido por diversas razões, permanecerão críticos e em consonância com o mesmo pensamento.”
Ela acrescentou que a experiência no PV “serviu para sentir até que ponto o sistema político brasileiro está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação.”
Marina fez outras críticas ao partido, mas de forma indireta. “O resultado mais grave da perversão do sistema político é o afastamento das pessoas da Política com P maiúsculo, pela qual cada um pode ser parte das decisões públicas por meio de suas opiniões, sua palavra, suas propostas, seu voto bem informado e consciente.”

Leia a íntegra do discurso:

“Chegou a hora de acreditar que vale a pena, juntos, criarmos um grande movimento para que o Brasil vá além e coloque em prática tudo aquilo que a sociedade aprendeu nas últimas décadas”. Assim começava o convite para a grande aliança que, em 2010, propusemos à sociedade brasileira. E continuava dizendo que chegou a hora dos que querem viver num país melhor, reinventar o seu futuro no século 21. Que podemos alcançar a democracia que queremos. Que a distância entre o que somos e o que podemos ser não é tão longa se nos dispusermos a começar a caminhada.
Estamos aqui hoje para reafirmar que esta continua sendo a nossa palavra, que vale o que está escrito. Está nesta palavra dada a principal razão pela qual eu mesma e tantos companheiros estamos nos afastando do Partido Verde. Para manter nossa coerência e seguir em frente, em união com aqueles que, embora não se desligando do partido por diversas razões, permanecerão críticos e em consonância com o mesmo pensamento.
A experiência no PV serviu para sentir até que ponto o sistema político brasileiro está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação. Se antes dissemos “chegou a hora de acreditar”, afirmo hoje: chegou a hora de ser e fazer, de nos movimentarmos em conexão com as redes e pessoas que expressam a chegada do futuro e o constroem na prática, no dia-a-dia.
A proposta de desenvolvimento sustentável é inseparável de uma política sustentável. Não podemos falar das conquistas de nosso país separando–as da baixa credibilidade do sistema político, dos desvios éticos tornados corriqueiros, da perplexidade da população diante da transformação dos partidos em máquinas obcecadas pelo poder em si e cada vez mais distantes do mandato de serviço que estão obrigados a prestar à população. A ideia de desenvolvimento não pode estar desvinculada da existência de um sistema político democrático consolidado, tanto na sua face representativa quanto na sua imprescindível dimensão participativa direta.
O resultado mais grave da perversão do sistema político é o afastamento das pessoas da Política com P maiúsculo, pela qual cada um pode ser parte das decisões públicas por meio de suas opiniões, sua palavra, suas propostas, seu voto bem informado e consciente. Quando a representação gerada por esse voto não expressa integralmente o compromisso de se dedicar ao bem comum, a democracia sai trincada, e essa ameaça afeta a todos nós e nosso direito a viver melhor, com mais justiça, mais qualidade de vida, com horizontes mais prazeirosos. Então, é preciso reagir e chamar mais e mais pessoas para um grande debate nacional sobre o nosso futuro.
É essa a causa que nos move e nos faz reconhecer, em primeiro lugar, que o propósito de levá-la adiante por meio do PV, na forma como ele hoje se estrutura, não foi possível. E, em segundo lugar, que não podemos relativizá-la para compor com uma cultura política que combatemos e que se mostra impermeável ao novo e ao sentido profundo da democracia.
Manter a coerência e seguir em frente, é o sentido de nosso gesto, repito. Não se trata de uma saída pragmática, com olhos postos em calendários eleitorais. Ao contrário, é a negação do pragmatismo a qualquer preço.
É uma reafirmação de compromissos e princípios. É uma caminhada verdadeira e esperançosa em direção ao nosso foco principal: sensibilizar as brasileiras e os brasileiros que se dispõem a sair do papel de meros espectadores a que vêm sendo condenados pelo atual sistema político para ser uma força transformadora. Força capaz de fazer sua vontade junto a um sistema político superado na sua essência, mas ainda no comando das instituições, tornando-as reféns de privilégios, de interesses setoriais, de alianças e posturas atrasadas, incompatíveis com os desafios que temos para este século.
Hoje, as pessoas se mobilizam por causas muito diferenciadas, se manifestam pela internet, mas tem dificuldades de se integrar, de amalgamar suas diferentes preocupações num grande projeto de país, impulsionado pelo desejo de um salto civilizatório que só acontecerá se interrompermos a trajetória de degradação social e ambiental que é, infelizmente, uma das principais marcas de nossos tempos.
Junto-me a todos que se identificam com esse pensamento, para fazer chegar o momento da integração. De inventar outra cultura política para nosso futuro. Vamos discutir democracia, educação, desenvolvimento, sem as amarras das ambições de poder como um fim em si mesmo, que diminuem e pervertem os sonhos e as intenções.
Não se trata de negar as instituições de Estado e o sistema representativo. Sabemos de sua importância e de seu papel, mas não podemos fechar os olhos para seus desvios. Devemos exigir que saiam de suas velhas práticas e acordem para o presente. Para isso, a sociedade brasileira precisa recuperar a sua iniciativa no campo político, construir coletivamente sua vontade e fazê-la valer.
Nosso debate, hoje, não pode ser o das eleições de 2014. As eleições de 2010 tiveram o papel de fazer a luta socioambiental abrir suas janelas e portas para a sociedade. Fizeram com que milhões de pessoas escolhessem uma proposta diferente. Agora é hora de ir mais fundo. A hora da verdade. Para nós e para a sociedade. Vamos nos reencantar com o nosso potencial para mudar o que precisa ser mudado e preservar o que precisa ser preservado.
Na campanha de 2010 dissemos que deveríamos “ir além dos limites impostos pela falta de grandeza dos interesses e costumes de alguns políticos que se acomodaram à lógica do poder pelo poder, que se tornaram incapazes de assumir plenamente os desafios do presente”. Essa também continua sendo a nossa palavra. Não era vento, não era circunstância, era de fato nossa proposta de Política e de Vida e por ela continuaremos a nos guiar, não importam quais sejam as dificuldades, as maledicências, as armadilhas, as ofertas para deixar por menos.
Como alguém já disse, o ideal que move as pessoas para melhorar o mundo em que vivem, e onde no futuro outros irão viver, deve estar na popa e não na proa, a nos impulsionar para o futuro. Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos.”
Fonte: G1