quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Justiça pede afastamento de Samuel Câmara da presidência da AD em São José dos Campos, membros fazem abaixo assinado

Postado por: Edson Araújo às 21:04 Comente

Pastor Samuel Camara 141x200 Justiça pede afastamento de Samuel Câmara da presidência da AD em São José dos Campos, membros fazem abaixo assinadoMais um capítulo da mudança da liderança na Assembléia de Deus de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Cerca de 12 mil membros se uniram em um abaixo-assinado contra o afastamento do pastor Samuel Câmara do cargo de presidente da congregação, solicitado pela Justiça de São Paulo. A ação, datada de 17 de dezembro de 2010, foi movida pelo pastor e ex-presidente da igreja, Antonio Luiz Sellari e gerou a intimação. Câmara, que não foi encontrado para esclarecimentos, tem 90 dias para recorrer.
Antonio Luiz Sellari presidenciou a AD São José dos Campos durante 20 anos. Foi colocado pelo pastor José Wellington, do ministério Belenzinho, de quem se separou declarando autonomia da igreja. Em outubro de 2009 renunciou ao seu cargo e apresentou Samuel Câmara – também líder da Assembléia de Deus Belém do Pará, conhecida como igreja-mãe das assembléias de Deus no Brasil – como novo presidente.
Parece que ele se arrependeu. Sellari se juntou mais uma vez ao pastor José Wellington e tem tentado retornar à diretoria da igreja. A ação foi aberta com esse intuito.
O Processo 0059954-46.2010.8.26.0577 aberto no Foro de São José dos Campos, pede o afastamento de Samuel Câmara do cargo de presidente da Assembléia de Deus de São José dos Campos por 90 dias. Nesse tempo, ele tem o direito de recorrer a decisão.
O Portal CREIO entrou em contato com a Assembléia de Deus de São José dos Campos e conversou com um dos pastores, Shakespeare Carvalho. Ele confirmou a renúncia de Sellari e a entrega da igreja nas mãos de Câmara em 2009. Segundo ele, por duas vezes, o antigo presidente tentou ir ao templo para conversar com os membros. “Eles agiram de forma hostil, sem agressividade, mas de forma hostil. Não o deixaram passar pela porta”, conta.
Ele explica a atitude como uma forma de proteger o ministério e buscar estabilidade na área da liderança. “Não estamos defendendo nem o pastor Antonio Luiz Sellari e nem o pastor Samuel Câmara, estamos defendendo a nossa igreja, porque os líderes e presidentes podem passar e ir embora, mas os membros permanecem.”

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