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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Download - DVD Fortaleza Ao Vivo - André Valadão - 2013

Postado por: Unknown às 19:58

Gravado na cidade de mesmo nome, Fortaleza é o título do 11° trabalho do cantor, diferenciado pelo seu estilo jovial e irreverente, é seu primeiro com o selo Som Livre.

Hinos:

1.Abertura – ‘Composição’/ O Dom
2.Eu Vou Vencer
3.Repente – Jonas Bezerra / Sou De Jesus Part. Esp.: Thalles Roberto
4.Salmo 23
5.Mergulhar
6.Depoimento – ‘Composição’ / Quero Agradecer
7.Desperta (Awake My Soul) / Espontâneo Desperta
8.Com Você / Espontâneo / Com Você
9.Depoimento – ‘Vida Na Igreja’ / Libertador
10.Pela Fé
11.O Que Ele Diz Que Eu Sou / (All He Says I Am) / Part. Esp.: Mariana Valadão
12.Depoimento – ‘Família’ / Lugar De Oração / Espontâneo Lugar De Oração / Ana Paula Valadão
13.Pra Sempre Teu / (Forever Yours)
14.Livre Sou
15.Tempo De Milagres
Tamanho: 900Mb

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Fé que Salva

Postado por: Unknown às 11:31

 A Fé que Salva
Os historiadores têm, normalmente, identificado quatro pilares da Reforma do Século 16. Quatro temas principais que dominaram os escritos e ensinamentos dos reformadores, por serem essenciais à propagação da sã doutrina. Esses “pilares” são normalmente identificados por palavras latinas, não tão difíceis de compreender: Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fidee Solus Christus. Vamos identificar esses significados e ver a relação deles, um para com os outros, bem como a razão da Reforma ter se concentrado nesses temas.
Sola Scriptura, significando que somente as Escrituras providenciam a fonte do nosso conhecimento religioso, das coisas espirituais cujo conhecimento é essencial à compreensão da vida. Essa era uma ênfase necessária, pois a igreja havia incorporado muitas doutrinas que não procediam da Bíblia, mas meramente de tradições humanas. Questões tais como culto às imagens, a existência do purgatório, etc., faziam parte das doutrinas ensinadas ao povo. Os reformadores, investigaram e deram um sonoro “não” a esse ensino e à consideração da “tradição” como fonte de autoridade igual ou superior à Palavra de Deus. Eles consideraram, corretamente, que isso era mortal para a saúde espiritual de qualquer um e da própria igreja.
Sola Gratia, significando que somente a Graça de Deus é a origem da nossa salvação. Na época da reforma, e mesmo nos nossos dias a tendência humana é a de exaltar a habilidade humana de salvar-se a si mesmo. Os reformadores apontaram que a Bíblia indica sem sombra de dúvidas que somente a graça de Deus, o favor não merecido da parte dele, origina um meio de salvação. Estamos todos mortos em delitos e pecados e, conseqüentemente, nada podemos fazer para nossa própria salvação. A iniciativa, de providenciar um plano de salvação, é de Deus e dele procedem todas as providências, nesse sentido.
Sola Fide, significando que somente a Fé é o meio pelo qual nos apropriamos da salvação efetivada por Cristo Jesus para o seu povo. Se a iniciativa da salvação é a graça de Deus, a Fé representa a resposta a essa iniciativa. Essa ênfase, extraída da Bíblia, era muito necessária, pois enfatizava-se as ações humanas como forma de se adquirir a salvação. Vendiam-se indulgências – pedaços de papel que, segundo os vendedores, representavam uma espécie de passaporte para o céu. Quanto mais se contribuía, mais certeza se obtinha, diziam eles, do perdão de pecados – do próprio comprador ou de parentes ou amigos que desejava beneficiar. Lutero e os demais reformadores, não encontraram qualquer base para esses ensinamentos nas Escrituras. Eles identificaram a Fé como sendo a resposta humana, provocada pelo toque regenerador do Espírito Santo de Deus, no processo de salvação.
Solus Christus, significando que somente Cristo é a base da nossa salvação. Somos salvos somente pelos méritos e pelo sacrifício de Cristo e não com base em qualquer outra situação ou ação humana. Cristo é o nosso único intermediário – assim a Bíblia especifica – e isso contrasta com tudo o que se ensinava, e ainda se ensina, relacionado com a intermediação de Maria e de outros “santos”.
Além dos “quatro pilares”, acima explicados, adiciona-se normalmente mais um: Soli Deo Gloria– Glória a Deus somente, significando o propósito da existência de nossas pessoas e de tudo o que temos ao nosso redor. Essa ênfase, igualmente bíblica, foi surgindo com o trabalho dos reformadores que se seguiram a Lutero, especialmente com o de João Calvino, que ensinou a doutrina da vocação – o chamado de Deus para que nos envolvamos em todos os aspectos da vida, sempre centralizando nossas ações na glória que é devida a Deus. Deus fez todas as coisas para sua própria glória e nos enquadramos em nossa finalidade e encontramos a felicidade quando abraçamos esse ensino em nossas vidas.
No meio desses pontos cardeais, dessas ênfases centrais nas doutrinas bíblicas, é interessante notarmos que Martinho Lutero considerava a questão da fé: Sola Fide – Somente a Fé, como sendo aquela ênfase crucial, que devia ser propagada e defendida a qualquer custo. Obviamente que, para ele, todas as demais eram importantes, mas com a questão da fé – como único e exclusivo meio pelo qual nos apropriamos da salvação – ele tinha um cuidado todo especial. Possivelmente isso ocorreu porque foi estudando a doutrina da fé que ele foi atingido pela contundência da mensagem divina de salvação. Lutero, atribulado porque estava acostumado a ouvir a pregação das indulgências, ou a validade de relíquias e amuletos, como meios de se tornar agradável a Deus, identificou-se como “um pecador perante Deus com a consciência atribulada”. Ele estudava a carta de Paulo aos Romanos, mais especificamente o capítulo 3, quando se deparou com a declaração: “o justo viverá pela fé”, no verso 28. Lutero escreveu o seguinte: “…então eu compreendi que a justiça de Deus é o fundamento de direito pelo qual, pela graça e pela misericórdia, ele nos justifica através da fé. Imediatamente eu me senti como se tivesse atravessado uma porta aberta e penetrado no paraíso”.
Assim, a justificação pela fé passou a ser uma das doutrinas centrais dos que abraçaram a fé reformada, que ficaram historicamente conhecidos como “protestantes”. Lutero escreveu, ainda: “esta doutrina é a principal e a angular. Somente ela gera, nutre, constrói, preserva e defende a igreja de Deus; sem ela a igreja de Deus não sobreviverá por uma hora”. O ensinamento bíblico, principalmente contido no terceiro capítulo de Romanos, sobre a justificação pela fé, não significa que nós somos considerados justos com base na fé. A base de nossa justificação é Cristo e o seu sacrifício na cruz, com a subseqüente vitória da morte, obtida em sua ressurreição. Somos salvos, portanto, pela Graça de Deus, por meioda fé, com base no trabalho de Cristo. Explicando o que é justificação, João Calvino nos ensina que ela “consiste no perdão dos pecados e na imputação da justiça de Cristo”. Uma das expressões que ele utiliza, é a de que os cristãos são “inseridos na justiça de Cristo”. Ou seja, não temos justiça própria, mas recebemos a justiça de Cristo sobre nós.
Na carta de Paulo aos Efésios (capítulo 2, versos 8 a 10), lemos: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”. A fé, aqui mencionada, é essa fé que salva. Aprendemos, nestes versos, que somos salvos somente pela graça proveniente de um Deus soberano. A fé, é o meio – “mediante a fé”. Mas note que não temos qualquer razão ou motivo de nos orgulharmos de termos exercitados fé. Nem temos qualquer prerrogativa ou direitos perante Deus. Somente exercemos a fé, porque ela é dom de Deus. Ele é que nos concede esse meio de resposta ao seu toque salvador. Aprendemos, também, que a salvação não vem das obras – não podemos nos orgulhar, ou nos gloriar, das nossas ações, pois elas não levam à salvação. No entanto, somos instruídos sobre o verdadeiro relacionamento entre graça, fé e obras (ações). Não existe graça verdadeira, sem a respectiva fé que salva. Não existe fé salvadora, sem as evidências dessa salvação, dessa transformação de vida – as obras, as ações de mérito, representadas pelo cumprimento dos mandamentos e das diretrizes divinas contidas nas Escrituras e que existem “para que andemos nelas”.
Essa é a fé que salva. A fé que não é simplesmente uma manifestação mística em algumas coisas. Muitos têm fé sincera em objetos que não podem salvar – em ídolos, em ritos de umbanda, em espíritos desencarnados. Mesmo em sinceridade, essa fé leva à perdição. Somente a fé em Cristo Jesus é fé salvadora (Atos 4.12: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”). A fé que salva é conseqüência natural da graça. A fé que salva não é incompatível com as obras, mas as obras são uma conseqüência necessária a essa fé. Há quase 500 anos os reformadores entenderam isso e resgataram essa doutrina que não estava sendo ensinada e se encontrava velada debaixo do entulho de tradição humana que a havia soterrado. Você entende que essa fé é o único meio para a sua salvação?



O movimento histórico conhecido como a Reforma do Século 16 ocorreu há quase 500 anos, iniciado quando Martinho Lutero, em 31 de outubro de 1517, pregou 95 teses, ou declarações, na porta da catedral de Wittenberg, que pastoreava. Lutero foi um homem que atravessou uma profunda experiência de conversão, pela qual teve os olhos abertos à simplicidade dos ensinamentos contidos na Bíblia. Comparando esses ensinamentos com o que era pregado e praticado na igreja dos seus dias, Lutero encontrou diferenças marcantes. Ele verificou como, ao longo do tempo, distorções haviam sido introduzidas, de tal forma que o povo era conservado em ignorância espiritual, privado das verdades reveladas na Palavra de Deus que podem levar à salvação. Os reformadores (Lutero e os que se seguiram a ele) procuraram resgatar a mensagem que salva e que pode levar os homens de volta ao seu destino original, reconciliando pecadores com o Deus santo que rege os céus e a terra.

Autor: Solano Portela

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Há algum conflito entre a fé e as obras?

Postado por: Unknown às 00:15

Estudo Bíblico sobre: "Há algum conflito entre a fé e as obras?"
Há algum conflito entre a fé e as obras?
Muitos estudiosos da Bíblia encontram um irreconciliável conflito entre Paulo e Tiago acerca do que ensinaram sobre a fé e as obras. Paulo ensina que a salvação é recebida pela fé e não pelas obras (Ef 2.8,9). Tiago, por sua vez, ensina que sem obras a fé é morta (Tg 2.17). A grande pergunta é: Existe alguma contradição entre Paulo e Tiago? Estão esses dois escritores bíblicos em conflito? A fé exclui as obras ou as obras dispensam a fé? Precisamos entender que não há contradição nas Escrituras. Paulo e Tiago não estão batendo cabeça. Eles estão falando a mesma verdade, sob perspectivas diferentes. Paulo fala da causa da salvação e diz que somos salvos pela fé independente das obras. Tiago fala da consequência da salvação e diz que as obras é que provam a fé.
Tanto a fé como as obras são fundamentais quando se trata da salvação. A fé é a raiz e as obras são o fruto. A fé produz o fruto das obras e as obras procedem da seiva que vem da raiz. A fé é a causa e as obras o resultado. Não somos salvos por causa das obras, mas para as boas obras. Não praticamos boas obras para sermos salvos, mas porque já fomos salvos pela fé. As obras não nos levam para o céu, mas aqueles que vão para o céu, porque foram salvos pela fé, serão acompanhados por suas obras.
Tanto a fé como as obras procedem de Deus. A fé é dom de Deus. Não geramos a fé, recebemo-la. As obras que praticamos são inspiradas pelo próprio Deus, pois é ele quem opera em nós tanto o querer quanto o realizar. De tal forma que não há espaço para soberba por parte de quem crê nem por parte de quem realiza boas obras, pois tanto a fé como as obras vieram de Deus e devem ser direcionadas para Deus. Nossa fé deve estar em Deus e nossas obras devem ser feitas para a glória de Deus.
Deus mesmo planejou nossa salvação e ele mesmo a executa. Ele mesmo é quem abre nosso coração para crermos e ele mesmo nos dá poder para realizarmos as boas obras que atestam a autenticidade da fé. A fé prova nossa salvação diante de Deus e nossas obras diante dos homens. Deus vê a fé, os homens as obras. Fé e obras não se excluem, completam-se. A raiz sem frutos está morta; o fruto sem a raiz inexiste.
Aqueles que defendem a salvação pela fé sem a evidência das obras laboram em erro. De igual forma, aqueles que julgam alcançar a salvação pelas obras sem a fé. É preciso afirmar com meridiana clareza que a salvação é só pela fé e não pela fé mais o concurso das obras. Porém, a fé salvadora nunca vem só. A fé salvadora produz obras. Não provamos nossa salvação pela fé sem as obras, mas pela fé mediante as obras. As obras não são a causa da salvação, mas sua evidência.
Concluímos, afirmando que não há qualquer conflito entre Paulo e Tiago. Não há qualquer contradição entre fé e obras. Não podemos confundir causa e efeito. Toda causa tem um efeito e todo efeito é produzido por uma causa. As obras não substituem a fé nem a fé pode vir desacompanhada das obras. Fé e obras caminham de mãos dadas. Não estão em lados opostos, mas são parceiras. Ambas têm o mesmo objetivo, glorificar a Deus pela salvação. Somos salvos pela fé e somos salvos para as obras. Recebemos fé e fomos preparados de antemão para as obras. Não há merecimento na fé nem nas obras. Ambas vem de Deus. Ambas devem glorificar a Deus. Ambas estão conectadas com nossa salvação. A fé nos leva a Cristo e as obras nos levam ao próximo. A fé nos coloca de joelhos diante de Deus em adoração e as obras nos coloca de pé diante dos homens em serviço. Somos salvos pela fé para adorarmos a Deus e somos salvos para as obras para servirmos ao próximo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Médico britânico prescreve fé em Jesus aos seus pacientes e é advertido

Postado por: Unknown às 13:19

Conselho de médicos do Reino Unido diz que ele quer se 
aproveitar de seus pacientes para fazer proselitismo religioso
O médico britânico Richard Scott, 50 anos, foi advertido pelo General Medical Council (GMC), órgão que fiscaliza o exercício da medicina no Reino Unido, por prescrever aos seus pacientes a fé em Cristo como parte do processo de cura.
Scott é casado, pai de três filhos e já atuou como cirurgião e missionário na Tanzânia e na índia. O médico foi denunciado pela mãe de uma de suas pacientes, uma jovem de 24 anos. “Ele tentou empurrar religião para minha filha,” disse. A jovem diz que o doutor falou que ela “precisava de Jesus” para se sentir melhor.
A argumentação da GMC é que o médico cristão está desacreditando a medicina e se aproveitando de pessoas em situação vulnerável para fazer proselitismo religioso.
Scott confirmou que vinha conversando sobre Cristo com os pacientes, mas de uma maneira consensual e de acordo com a prática de outros médicos. Por isso, ele vai recorrer da advertência, levando o caso à audiência pública, se preciso.
“Nenhum paciente disse estar ofendido com a minha recomendação [sobre fé]. Se alguém tivesse reclamado, eu teria encerrado a conversa imediatamente”, afirmou.
Em defesa ao cristão, o médio Peter Saunders, da Christian Medical Fellowship, disse que GMC exagerou, pois a espiritualidade foi indicada com o propósito de ajudar a recuperação dos pacientes.

Com informações Paulopes

sábado, 14 de maio de 2011

Fé ajuda homem a passar pelo primeiro transplante total de rosto

Postado por: Unknown às 13:30

Fé ajuda homem a passar pelo 
primeiro transplante total de rosto
Dallas Wiens é o primeiro homem a passar pela cirurgia de transplante de rosto do mundo. Vítima de um acidente de trabalho que desfigurou sua face ele diz que sua fé em Deus o ajudou a passar pelo procedimento cirúrgico com sucesso.
Wiens mora no Texas, Estados Unidos, e há dois anos e meio sofreu um acidente de trabalho quando sua cabeça encostou em um fio de alta-voltagem. “Ele era literalmente um homem sem uma face,” disse o Dr. Bohdan Pomahac, um cirurgião plástico do Hospital Brigham & Women.
No mês passado ele passou por um transplante de rosto, com órgãos doados por um anônimo. A cirurgia reconstruiu o nariz, lábios e os músculos faciais de Wiens e  durou mais de 15 horas.
“Quando eu acordei, eu era capaz de sentir que eu tinha características novamente: olhos e nariz e uma boca,” disse. Sua filha, que ficou maravilhada disse, “pai, você é tão bonito.”
Os médicos disseram que Wiens não irá recuperar a visão, mas ele ainda tem esperança que os avanços da medicina possam algum dia mudar isso. “Eu tenho somente 26 anos, assim, tem muita vida ainda para viver.”
A operação foi paga pelo exército militar dos EUA, que espera usar a descoberta a partir do procedimento para ajudar soldados com severos ferimentos.
Wiens é um homem religioso, por intermédio de seus avós Del e Sue Peterson, ele aceitou a Cristo na adolescência na Igreja Batista Ridglea, mas acabou se afastando. O acidente fez com que ele retornasse à fé em Deus.
Como não podia enxergar ele começou a estudar as escrituras com um software de Bíblia em áudio e online e dá o testemunho de que o mais significante são as bênçãos espirituais que recebeu à custa de sua visão.
“No meio de meu desprezo a Deus, ele estava bem atrás de mim, me preparando para fazer o Seu trabalho,” disse o jovem.

Com informações The Christian Post

terça-feira, 12 de abril de 2011

Fé melhora a vida das pessoas no Brasil, diz pesquisa

Postado por: Serva de Deus às 00:42


Fé melhora a vida das pessoas no Brasil, diz pesquisa
Uma pesquisa sobre o consumo nas classes sociais brasileiras revela que os emergentes são mais devotos que a elite e que a fé dá esperança para que a pessoa procure uma vida melhor e prospere.
O Data Popular, instituto que pesquisa o mercado popular no Brasil, elaborou um estudo sobre os hábitos de consumo nas classes mais baixas e achou relevante coletar os dados sobre o pagamento do dízimo na sociedade brasileira.
O resultado dessa pesquisa revela que 8% da classe AB (com renda maior que 10 salários mínimos) entrega o dízimo, enquanto que na classe C (renda de  4 a 10 s.m.) 18% o fazem e na classe D (entre 2 e 4 s.m) 23% tem o hábito de entregar o dízimo.
De acordo com Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto, isso prova que “os emergentes são mais devotos que a elite e que sua fé contribuiu para que melhorassem de vida”.
Ele explica o fato dando um exemplo bastante comum, parecido com o que ouvimos sempre em testemunhos nas igrejas evangélicas:
“Um cara que chegou do nordeste e ainda está desambientado na cidade, procurando emprego etc e tal. Esse cidadão passa em frente à igreja e alguém o cumprimenta com simpatia e o convida para entrar, e ainda o deixa sentar na primeira fileira, o que contribui para elevar sua autoestima e a crença em si mesmo. Esta sensação de acolhimento, somada ao discurso de fé, faz com que este cidadão, antes inseguro, comece a acreditar em si mesmo, e com isso, invista em sua educação, e ganhe fôlego para procurar um emprego melhor.”
Mais do que um milagre do ato de dizimar, o pesquisador mostra que a igreja cria um ambiente que faz com que essa pessoa amplie seus círculos de amizades e isso também ajuda com indicações de trabalhos e direcionamento em todos os setores de sua vida.
Se o homem citado no exemplo de Renato Meirelles conseguisse um emprego e passasse a ganhar um salário de R$900,00 (estaria enquadrado na classe E – até 2 salários mínimos) e depois de alguns meses conhecesse na igreja e se cassasse com uma mulher que ganhe R$800,00 eles passarão a ter uma renda familiar de R$1.700,00 o que compreende a classe D.
Podemos notar que o discurso das ministrações é que faz a pessoa mudar de atitudes e consequentemente passe a viver em um patamar financeiro melhor. “A igreja mostra que é possível melhorar de vida, e este cidadão munido de fé, renova sua autoestima e esperanças, e consequentemente, prospera”, diz Renato Meirelles.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Fé nas Escrituras: Algumas Considerações

Postado por: Unknown às 13:12

Devocional1 250x171 A Fé nas Escrituras: Algumas Considerações
Texto: Hebreus 11:1
A palavra aparece no Novo Testamento por 244 vezes e é um dos princípios mais importantes que ele o NT apresenta. Devemos lembrar também que o conceito de fé é mais bem freqüente quando outros termos são usados [exemplo: crê].
Encontramos no Novo Testamento dois tipos de fé:
è Fé Objetiva – Trata do objeto da fé: aquilo em que se crê.
è Fé Subjetiva – É a fé em exercício que leva-nos à dependência do Senhor Jesus Cristo e à entrega da nossa vida aos cuidados dele.
I – A Relação Entre as Escrituras e a Fé.
1) As Escrituras produzem fé em seus leitores
“Estes [sinais], porém, foram registrados para que creias que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” Jo 20:31
“E que desde a infância sabes as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus.” 2Tm 3:15
2) A pregação da Palavra de Deus é um dos meios que gera a fé
“E, assim, a fé vem pela pregação e a pregação pela palavra de Cristo.” Rm 10:17
“Quando, porém, deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, iam sendo batizados, assim homens como mulheres.” At 8:12
II – A Relação Entre a Salvação e a Fé
1) A fé é dada por Deus para a salvação
“Porque pela graça sois salvos, Por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” Ef 2:8
A preposição da indica o canal através do qual vem a salvação.  No entanto, mesmo que a fé seja dada por Deus, ao homem cabe manifestá-la ou não pra receber a salvação.
2) A fé traz a remissão dos pecados
“Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados.” At 10:43
Remissão – Pagamento e livramento da culpa dos pecados. A base: o sacrifício             substitutivo de Cristo.
A única coisa necessária para receber o perdão dos pecados é desejar e crer.
III – A Relação Entre a Oração e a Fé
1) Elemento fundamental para a oração eficaz
“E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.” Mt 21:22
“Peça-a, porém, com fé, em na duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento.” Tg 1:6
A questão da dúvida nesse contexto implica em ter um pensamento dividido e não em uma dúvida do momento. A orientação é não debater dizendo “será que Deus vai me ouvir?”.
Quem ora com fé não fica “em dúvida consigo mesmo”.
IV – A Relação dos Crentes com a Fé
1) Deve exibir uma fé sincera
“Ora, o intuito da presente admoestação visa o amor que procede de coração puro e de consciência boa e de fé sincera.” 1Tm 1:5
Por fé sincera queremos dizer apresentar um autêntico comportamento de natureza espiritual; mostra-se como quem tem de fato fé, sem fingimento.
2) Ser abundante na fé
“Como, porém, em tudo manifestais superabundância, tanto na fé e na palavra…” 2Co 8:7
3) Estar alicerçado e firme na fé
“Se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes…” Cl 1:23
Alicerçado – colocar fundamentos, fazer a fundação de alguma coisa. É uma referência à fundação segura.
Firme – Firmeza estrutural. Firmeza do que se ergue.
Conclusão
Oh, mundo, não escolheste a melhor parte;
Não é sábio ser apenas sábio,
E fechar os olhos para a visão interior,
Mas é sabedoria acreditar no coração.
Colombo achou um mundo, e não tinha mapa,
Salvo o da fé, decifrado nas estrelas;

Confiar na empresa invencível da alma
Era toda a sua ciência, toda a sua arte.
Nosso conhecimento é uma tocha fumegante
Que ilumina o caminho um passo de cada vez,
Através de um vazio de mistério e espanto.
Ordena, pois, que brilhe a luz terna da fé,
A única capaz de dirigir nosso coração mortal
Aos pensamentos sobre as coisas divinas.
George Satayana
Fonte: Dokimos

“Never Say Never” revela vida de oração e fé de Justin Bieber

Postado por: Unknown às 12:56

Justin Bieber “Creio que Jesus morreu na cruz pelos meus pecados” 250x176 Never Say Never revela vida de oração e fé de Justin BieberCom apenas 16 anos o cantor Justin Bieber virou febre mundial e se prepara para o lançamento de seu filme intitulado “Never Say Never” que conta a sua trajetória musical. No filme, que será lançado no Brasil pela Paramount Filmes, Bieber é apresentado orando e dando graças antes dos shows e das refeições, além de outras expressões de sua fé cristã.
O jovem teen não esconde sua fé, em uma entrevista novembro à Associated Press, o cantor contou como a fé cristã o manteve com os pés no chão convivendo em Hollywood. “Sou cristão, acredito em Deus, eu creio que Jesus morreu numa cruz por meus pecados. Eu acredito que tenho um relacionamento e eu sou capaz de falar com ele e realmente, Ele é a razão que estou aqui, então eu definitivamente tenho que lembrar sempre disso”, afirmou.
Nesse documentário sobre a sua vida também há ainda um depoimento de sua mãe Pattie Mallette, no qual ela fala como a fé ajudou a estabilizar a sua vida como mãe solteira de um adolescente.
“Eu nunca fui casada. Eu vim para o Senhor, quando eu tinha 17 anos, mas logo após aceitar a Cristo, eu voltei a fazer minhas próprias decisões e fiquei grávida”, revelou. “Percebendo que eu tinha feito, voltei a Deus de todo coração, implorando-lhe que me perdoe. É realmente um incrível testemunho da misericórdia de Deus e da graça. E o amor genuíno de pessoas na igreja que me incentivaram”.
A mãe do popstar também compartilhou que seu filho fez a sua própria decisão de fé, quando ele tinha uns cinco ou seis anos de idade. “Eu disse a ele que foi uma decisão dele. Ele não poderia fazer isso por causa da mamãe”, ela lembrou. “Tem que ser por causa do seu próprio coração. E ele ficava me dizendo que ele entendeu. E quando ele tinha oito ou nove anos, queria ser batizado. Então, eu deixei”.
O filme vem acompanhado de um “guia de recursos espirituais” para aqueles que estão interessados. O guia inclui versículos bíblicos relacionados ao filme que pode ser usado em pequenos grupos. “O filme é uma oportunidade para ensinar nossas crianças sobre o poder da esperança, a oração, fé e família”, diz o guia.
Com informações de Jornal Mundo Gospel