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domingo, 22 de julho de 2012

Silas Malafaia critica “Na Moral” da Rede Globo por promover a causa gay

Postado por: Unknown às 14:24

Apresentado por Pedro Bial o programa realizou um casamento entre duas mulheres que se dizem evangélicas.

Silas Malafaia critica “Na Moral” da Rede Globo por promover a causa gay
O pastor Silas Malafaia usou seu site, o Verdade Gospel, para protestar contra o programa “Na Moral” da Rede Globo, apresentado por Pedro Bial. Para o líder evangélico a atração da última quinta-feira (19) usou métodos para comover o telespectador e assim promover a causa gay.
Antes do texto com o comentário do pastor presidente da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo a redação do site citou algumas falas do apresentador: “A moral está mudando”, “o que importa é o amor”, “vocês são corajosas” e “venceram preconceitos”. Para Malafaia essas frases foram ditas para influenciar os fãs do programa.
Para mostrar o apoio da emissora aos grupos LGBT, o “Na Moral” mostrou o casamento de duas mulheres e levou ao palco o estilista Carlos Tufvesson, ativista gay conhecido por ter seu pedido de casamento negado.
Malafaia analisa esses elementos que foram usados e critica dizendo que tudo não passou de uma propaganda, para ele Pedro Bial fez de seu programa “uma verdadeira propaganda de união gay, enganando a sociedade ao mexer no emocional das pessoas, quando na verdade, por trás das câmeras, estas relações são terrivelmente problemáticas”.
O vídeo da edição do programa citado foi disponibilizado no Verdade Gospel para que os leitores possam ver e tirar suas próprias conclusões sobre o caso. O pastor também condena o espaço dado pela Globo para esse tipo de mensagem dizendo: “É inaceitável que um veículo de comunicação desta grandeza venha fazer uma apologia tão ridícula ao casamento gay”.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Marco Feliciano pede que evangélicos se unam contra a aprovação da PLC 122

Postado por: Unknown às 12:50


O deputado e pastor incentiva que os cristãos deixem suas diferenças em prol de princípios comuns

Marco Feliciano pede que evangélicos se unam contra a aprovação da PLC 122
O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSB-SP) postou um texto em seu blog nesta quarta-feira (4) em que convoca os evangélicos a se unirem contra a aprovação da PL 122/2006, que criminaliza a homofobia.
Segundo Feliciano, ativistas pró-homossexuais enviaram na última semana de junho um documento ao Supremo Tribunal Federal solicitando o julgamento da proposta. A relatora do projeto é a senadora Marta Suplicy (PT-SP).
O processo tem enfrentado morosidade para ser votado no Congresso Nacional. Com isso, os ativistas ganham legitimidade para levar ao Supremo a votação da matéria.
“Este é um assunto que os faria [STF] parar tudo o que estão fazendo no momento e agarrar com as várias mãos e acelerar o processo de julgamento, que com certeza, será favorável ao projeto”, acredita o deputado.
Para ele, os ministros do STF tem visão progressista, tendo em vista que já aprovaram união estável homoafetiva e deram parecer favorável quanto à aprovação do aborto dos anencéfalos. “Se algo não for feito urgentemente, a próxima será a criminalização da homofobia”, alerta Feliciano.
O deputado e pastor fornece números que comprovam que o Brasil não é um pais homofóbico: em 2010 dos 50 mil casos de assassinatos, 260 foram considerados crimes de homofobia, e destes, 80% crimes cometidos pelos próprios parceiros dos homossexuais.
“Sinto muito pela morte destas pessoas, mas daí, usar isto para justificar que uma parcela da sociedade seja tratada com privilégios? É inaceitável”, diz Feliciano.
O deputado incentiva que haja uma mobilização nacional dos que são favoráveis à liberdade de expressão e dos que não concordam com a ideologia homossexual. “Sem isso seremos amordaçados e punidos por não concordarmos com tais atitudes e comportamentos e perderemos o direito da livre expressão do pensamento conquistada e garantida pela declaração de direitos humanos”, aponta.
Feliciano acredita que a divulgação das informações do Censo 2010 do aumento no número de evangélicos entre a população brasileira acirrou ainda mais os ânimos dos “ativistas cristofóbicos”.
“Cadê a igreja? que assiste de longe, cobrando muito e agindo pouco, fechada em seus problemas internos”. Ele finaliza conclamando que os evangélicos deixem suas diferenças e se unam em torno de temas comuns e princípios cristãos universais.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Lei dinamarquesa obriga Igreja a realizar o casamento religioso de homossexuais

Postado por: Unknown às 22:51


O pastor que não concordar poderá vetar a cerimônia, mas a maioria dos bispos concorda e já agendaram celebrações
Lei dinamarquesa obriga Igreja a realizar o casamento religioso de homossexuais
Agora é lei. Igrejas Luteranas da Dinamarca são obrigadas a realizarem casamentos religiosos de pessoas do mesmo sexo. O Parlamento votou sobre o caso na quinta-feira (7) sendo que 85 votos foram a favor, 24 contra e 2 deputados resolveram se abster do caso.
Na Dinamarca não há separação entre a Igreja e o Estado e por isso, os parlamentares podem interferir no andamento da igreja. Mas mesmo assim os pastores podem vetar ou não a realização dessa união caso sejam contra a homossexualidade.
Ou seja, mesmo sendo lei os pastores só realizarão o casamento entre pessoas do mesmo sexo se eles concordar com tal relacionamento, caso contrário não será obrigado e os noivos poderão procurar outra igreja para confirmar seus votos.
Na Dinamarca o casamento civil é liberado desde 1989, por lá esse assunto não é mais um tabu e 70% da população já aprova tal medida. Os bispos luteranos também não são contra, tanto que muitos já agendaram cerimônias para realizar o casamento de homossexuais.
Com informações Paulopes

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pregador mirim canta que homossexuais não entrarão no céu e causa polêmica

Postado por: Unknown às 14:54


Vídeo de pregador mirim acirra ânimos no embate gays X pastores
Pregador mirim canta que homossexuais não entrarão no céu e causa polêmica
Ainda repercute o culto na Igreja Batista de Maiden, na Carolina do Norte, onde o pastor Charles Worley afirmou que se os homossexuais fossem isolados seriam extintos, por serem incapazes de se reproduzir.  Sua afirmação de que os gays deveriam ser confinados em uma cerca eletrificada gerou ondas de protestos, enquanto muitos defenderam seu direito de expressão.
Mas esta semana um novo vídeo passou a ser foco de manifestações pró e contra a homossexualidade na internet, sobretudo nas redes sociais. Há alguns “pregadores mirins” que recitam a mensagem do evangelho com fervor e cativam a atenção dos fiéis. Contudo, quando um garoto canta uma mensagem antigay em uma igreja, gera surpresa de alguns e terror em outros.
Uma reunião recente do Apostolic Thruty Tabernacle [Tabernáculo da Verdade Apostólica]  em Greensburg, Indiana, foi filmada e tem recebido muita atenção por conta de um menino não identificado cantando uma música que afirma “Nenhum homossexual vai pro céu”.
Como ele não tem mais que cinco anos de idade, esta demonstração foi classificada como “intolerante” e já gerou protestos, onde os críticos afirmaram que a igreja está fazendo uso de “violência contra a criança”.
Após o final da canção, o vídeo mostra a multidão de adultos aplaudindo, alguns de pé. Uma voz masculina pode ser ouvida gritando: “Esse é o meu garoto.” A reação geral, ao que parece, mostra que o conteúdo da música agradou os fiéis.
A questão é se uma criança tão pequena entende o que diz a letra: “A Bíblia está certa, alguém está errado, A Bíblia está certa, alguém está errado. Romanos um, 26 e 27, nenhum homossexual vai pro céu”…
O Huffington Post destaca que  uma série de sites e blogs ligados ao movimento LGBT teceram comentários incisivos contra o vídeo, alegando que o menino foi, sem dúvida, treinado por adultos para cantar na igreja.
A escritura Anne Rice, famosa pelo romance “Entrevista com o Vampiro” também postou o vídeo em sua página do Facebook , acrescentando que “Neste país, os cristãos podem ensinar crianças a odiar e perseguir, e nós, através da isenção fiscal automática para igrejas, ajudamos a financiar isso”.
Assista:
Traduzido e adaptado de Huffington Post e The Blaze

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Xuxa deveria ir ao Fantástico pedir perdão por fazer filme pornográfico, diz Julio Severo

Postado por: Unknown às 12:14

Xuxa deveria ir ao Fantástico pedir perdão por 
fazer filme pornográfico, diz Julio Severo

O blogueiro e ativista pró-família Júlio Severo escreveu um texto falando sobre as recentes declarações de Xuxa, que afirmou no programa Fantástico do último domingo (20) que foi vítima de abusos sexuais na infância.
Para ele a apresentadora da Globo teve, ao longo de sua carreira, muitas oportunidades para lutar contra esse tipo de situação, mas acabou fazendo apelos pela erotização infantil e até mesmo protagonizando um filme pornográfico contracenando com um garoto de apenas 14 anos.
“Ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme ‘Amor estranho amor’, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia”, escreveu Júlio Severo.
O ativista também lembra que antes de se tornar a Rainha dos Baixinhos, Xuxa também estampou capas de revistas masculinas posando nua e que sempre falou em suas entrevistas que quando era criança tinha o costume de andar sem roupas pela casa.
“A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais ‘hábitos’ não raramente enxergam com ‘naturalidade’ o sexo”, diz.
Severo também lembrou da campanha nacional “Não Bata, Eduque!” encabeçada por Xuxa durante o governo de Lula, essa campanha tentava mobilizar os pais a não usarem castigos físicos como disciplina para o mau comportamento de seus filhos.
“Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy”, disse ele.

Leia o texto de Júlio Severo na íntegra aqui.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

“Evangélicos não são inimigos da causa gay”, afirma deputado

Postado por: Unknown às 12:40

Seminário precedeu a Marcha Nacional contra a Homofobia, realizada hoje


Foi realizado nesta terça-feira (15), em Brasília, o 9º Seminário Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT). O debate antecede a Marcha Nacional contra a Homofobia em Brasília, evento organizado por ativistas do movimento gay. Eles afirmam que pedirão que a senadora Marta Suplicy apresente o texto original do PLC 122/2006 no Senado.
Durante o Seminário, o deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) lamentou o fato de os evangélicos serem considerados “o inimigo número um da causa LGBT”. Fonseca, que além de deputado também é pastor explicou “O evangélico não concorda com a prática homossexual, mas isso não significa homofobia. Ser evangélico é respeitar e promover a tolerância”. Defendeu ainda o direito de as crianças “serem educadas pelos seus pais”, sem que isso signifique promover a violência contra os homossexuais.
O parlamentar também reclamou que não lhe foi dado direito de resposta quando, a certa altura do evento, foi dito que os evangélicos são “todos homofóbicos”.
Estavam presentes no encontro ativistas e militantes da causa gay, além de acadêmicos e representantes da sociedade civil e do governo. Vários políticos se fizeram presentes. O Seminário desse ano foi coordenado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) e pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).
Ele afirmou que a iniciativa “assegura a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) um espaço para as discussões de temas que lhes dizem respeito, além da possibilidade de exporem suas demandas e reivindicações políticas”. Um dos principais temas debatidos no seminário foi a equiparação da homofobia ao crime de racismo, como prevê o Projeto de Lei da Câmara 122/2006.
Segundo dados apresentados no evento, de um levantamento da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) aponta que, no primeiro semestre de 2011, o Disque 100 recebeu 630 denúncias contra a população LGBT. Os casos mais comuns de violência contra gays são os de violência psicológica (44,38%), como ameaça, hostilização e humilhação, e de discriminação (30,55%).
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), garantiu que trabalhará intensamente no Congresso Nacional para que a homofobia se torne crime no Brasil, com punição prevista no Código Penal. “A violência contra os gays é injustificável e o pior de tudo é que se repetem exatamente por causa da impunidade. Isso só existe porque não há na lei penal uma punição severa aos que praticam a discriminação. A opção sexual é livre e tem que ser respeitada”, disse o parlamentar, que também é líder do partido.
Miriam Abramovay, coordenadora da área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), afirmou que a maioria dos jovens brasileiros ainda tem atitude bastante preconceituosa em relação à orientação e a práticas não heterossexuais.
Coordenadora de uma pesquisa, ela apontou que 45% dos alunos e 15% das alunas não querem ter colega gay ou lésbica. Disse ainda que o jovem brasileiro tem menos vergonha de declarar abertamente o preconceito contra LGBTs do que de declarar a discriminação contra negros.


Fonte: GP

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy

Postado por: Unknown às 12:37

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy

O PLC 122/2006 volta a debate nesta quarta-feira (16), quando acontece a Marcha Nacional contra a Homofobia em Brasília. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) pediu nesta terça-feira (15) o apoio da população para pressionar pela aprovação da “lei da mordaça”. Marta, que é relatora do projeto de lei, disse que a parcela dos brasileiros que não é homossexual precisa respaldar o texto, que já foi aprovado na Câmara, mas enfrenta resistência no Senado.
A senadora ainda afirmou que há, entre seus colegas parlamentares, uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, que não se posiciona por receio de desagradar eleitores. “Essa maioria silenciosa vai se posicionar se a população civil se posicionar a favor do projeto”, disse Marta.
Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, crítica à postura de Marta Suplicy e diz que “muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por homossexuais”.
O deputado federal, Pastor Marco Feliciano, também se manifestou sobre os preparativos, do que seria, a tentativa final em aprovar o Projeto de Lei. Ele disse através de sua conta no Twitter que sente “muito, muito mesmo pelos 260 assassinatos de gays nesse país. Mas me angustio também pelos outros 49.740 assassinatos”, comentou.
Além disso, o deputado disse que nesta terça-feira (15) acompanhou a movimentação no Senado e na Câmara. Reuniões entre ativistas gays, que segundo ele, “hostilizavam quem era contrário” a prática.
“Existe uma conspiração global para desestabilizar a família, desmerecer os valores e criar uma nova ordem mundial onde o moral deve ser abolido. Os ativistas gays encabeçam essa trama, percebam que falo dos ativistas e não dos homossexuais em geral. Mas sim dos que odeiam o cristianismo. Pois o cristianismo expõe a verdade, toca em suas vidas promiscuas, grita contra suas sodomias e como espelho mostra suas falácias. E abre os braços para ama-los aceita-los como seres que precisam de ajuda. O cristianismo ama o homossexual, mas não ama a pratica homo”, conclui o pastor.

Leia o comentário de Reinaldo Azevedo aqui.

Obama recebe apoio financeiro de homossexuais e volta a apoiar casamento gay

Postado por: Unknown às 12:34

Obama recebe apoio financeiro de homossexuais 

e volta a apoiar casamento gay


O atual presidente americano Barack Obama esteve participando de um evento público formado por gays, lésbicas e simpatizantes e em seu discurso ele voltou a afirmar seu apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A declaração dada na semana passada deixou o candidato à reeleição em uma situação delicada diante dos eleitores mais conservadores, mas nem mesmo as pesquisas que fizeram dizendo que ele poderia perder 4 de cada 10 eleitores o fez mudar de ideia.
“Nunca nos equivocamos quando ampliamos os direitos e as responsabilidades das pessoas”, disse Obama afirmando que o casamento entre homossexuais “não enfraquece as famílias. Isso fortalece as famílias”.
O evento teve como anfitrião o cantor Ricky Martin, que se assumiu como homossexual em 2010, todos os participantes tiveram que pagar cerca de US$5.000 (quase R$10.000) pelos ingressos, esse valor será doado para a campanha da Obama.
Seu principal adversário Mitt Romney declarou que não concorda com a união homoafetiva e assim conquistou os mais religiosos que ficaram desapontados com a declaração do atual presidente americano.
Na segunda-feira (14) Obama também defendeu a ideia de anular a lei federal que define o casamento como um ato entre um homem e uma mulher. Mais de 30 estados americanos também rejeitam a união homossexual dizendo que o casamento acontece apenas entre pessoas de sexos diferentes.

Com informações UOL



sexta-feira, 4 de maio de 2012

Pastor incentiva pais a espancarem filhos que “pareçam gay” e causa polêmica

Postado por: Unknown às 12:52

Pastor incentiva pais a espancarem filhos 
que “pareçam gay” e causa polêmica
Sean Harris, da igreja Batista Bereana, na cidade de Fayetteville, Carolina do Norte, está no centro de uma nova polêmica envolvendo os homossexuais.
Durante um sermão ele sugeriu que os pais batessem nos filhos, se perceberem que os meninos se comportam como “maricas”. “Ele incentivou os pais cristãos que é melhor quebrar ossos que “perder os filhos para a homossexualidade”.
“Portanto, o seu filho pequeno começa a agir como uma menininha, se ele tiver mais de quatro anos diga a ele para agir feito homem, tirar o vestido e ir cavar uma vala, porque é isso que os meninos devem fazer… Não pegue sua câmera e comece a tirar fotos do menino agindo como uma menina e depois coloque no YouTube para todos rirem disso… Quando você menos esperar seu garoto estará agindo com fantasias infantis que deveriam ter sido esmagadas no início. Posso ser mais claro? Pais, no instante em que vocês perceberem seu filho sem pulso firme, vá até ele e quebre aquele pulso… Cara, dê-lhe um bom soco, ok? Diga: Você não deve agir assim. Você foi feito por Deus para ser macho e você vai ser um macho. E quando sua filha começa a agir como um menino, endireite ela. Você diz, ‘Oh, não, querida. Você pode praticar esportes. Mas jogue para a glória de Deus. Você deve agir como uma menina, andar como uma menina, falar como uma menina e cheirar como uma menina. Assim você será bonita. Você será atraente. Você vai usar vestidos bonitos…”, disse ele durante o polêmico sermão.
O áudio e o vídeo foram parar na Internet e geraram uma onda de críticas. Muitos sites e blogs reproduziram o vídeo e condenaram as declarações do pastor, especialmente a comunidade GLBT. Ele pediu desculpas em um comunicado oficial, dizendo que foi tudo um mal entendido e que tiraram suas palavras de contexto.
Durante entrevista a um programa de rádio, afirmou “Sei que aquelas não foram as melhores palavras. Se eu repetisse tudo de novo, escolheria outras palavras”. Ele faz questão de dizer que não está incentivando a violência contra crianças, mas que apenas considera necessário defender “a importância da distinção de gêneros criada por Deus”, “Eu não disse que as crianças devem apanhar. (…) Não disse nada com intenção de ofender os membros da comunidade GLBT. Minha intenção era apenas comunicar a verdade da palavra de Deus sobre o casamento”, escreveu ele em seu blog.
O motivo de seu sermão e da repercussão é que a Carolina do Norte deve votar em breve a legalização do casamento gay naquele Estado. Assim como em outros Estados americanos, desde o final de 2011 existem manifestações a favor e contra a união de pessoas do mesmo.
Recentemente, o evangelista Billy Graham, que mora na Carolina do Norte, escreveu um artigo para um jornal encorajando os eleitores a votarem a favor da emenda constitucional que deve “banir” o casamento gay.
“Assistir o declínio moral do nosso país me causa grande preocupação… eu creio que o lar e o casamento, a base de nossa sociedade, devem ser protegidos”.
“Nunca imaginei”, disse Billy Graham, “que aos 93 anos teria que debater a definição de casamento. Mas a definição de Deus é clara: na Bíblia o casamento é entre um homem e uma mulher”. A declaração do pastor foi reproduzida em 14 grandes jornais americanos, e será publicada em sua íntegra neste final de semana em vários outros.

Traduzido e adaptado de Inquisitr e Jonathan Turley

Fonte: GP

terça-feira, 24 de abril de 2012

Rabinos gays: Judeus conservadores aprovam

Postado por: Unknown às 13:41


 Judeus conservadores aprovam ordenação de rabinos gays


O Seminário Rabínico Schechter, filiado ao movimento conservador de Israel passou a aprovar a ordenação de rabinos gays e lésbicas. Após anos de oposição e debate acirrado entre muitos de seus líderes, a decisão gerou um novo ponto de discórdia entre o movimento e os ortodoxos de Israel.

O anúncio feito na semana passada terminou uma fratura no movimento conservador dos EUA, que começou em 2006 a aceitar estudantes gays e lésbicas que desejavam ser rabinos. A primeira rabino abertamente lésbica foi ordenada no ano passado.
Assim como outros ramos do judaísmo, o movimento conservador tem enfrentado uma grande luta na busca por uma abertura maior em relação aos homossexuais, apesar das proibições bíblicas sobre essa conduta.
“No mundo conservador, há rabinos que aceitam a ordenação de alunos gays e lésbicas, bem como aqueles que não são”, diz o comunicado oficial. “Essa decisão é o resultado de um longo processo, que incluiu uma ampla busca para encontrar um consenso entre opiniões divergentes. Isso permitirá a continuação da cooperação”.
O professor Hanan Alexander, presidente do conselho do Seminário Schechter, disse que a decisão “destaca o compromisso da instituição em defender a lei religiosa judaica em um mundo pluralista e em constante mudança”.
D’ror Chankin-Gould, 28, um estudante gay da Universidade Judaica Americana, uma escola rabínica em Los Angeles, disse que a decisão era “algo com que temos sonhado há anos… Houve muita dor, um monte de lágrimas e muitos anos para chegarmos a este lugar”, disse o candidato ao rabinato, que está em Israel para um ano de estudos religiosos.
“Temos agora uma oportunidade para termos mais professores maravilhosos comprometidos se levantando em Israel e para ensinar a Torá e oferecer seu modelo para a sociedade israelense e para o povo judeu, o que significa incluir todas as vozes”.
O movimento de Reforma – a maior denominação judaica dos EUA – e os reconstrucionistas começou a ordenação de gays e lésbicas no clero décadas atrás. Nenhuma instituição rabínica ortodoxa aceita alunos gays e lésbicas atualmente.
O rabinato ortodoxo tem resistido energicamente às investidas das correntes liberais, recusando-se a reconhecer as suas decisões, cerimônias ou conversões como religiosamente válidas.
A decisão de ordenar sacerdotes gays e lésbicas gerou a ira da comunidade ultra-ortodoxa.
“Na minha opinião, é um erro grave. É uma violação das Escrituras”, sentenciou Shaar Yeshuv Cohen, rabino-chefe da cidade de Haifa. O assunto ainda deve gerar muita controvérsia entre as diferentes correntes do judaísmo.

Traduzido e adaptado de Washington Post

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”

Postado por: Unknown às 12:59

Pastor usa o Twitter para rebater deputado que defende a PL 122

Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que pastores e padres devem ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os gays podem ser “curados”.
Ele disse que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Para ele, contudo, o problema é o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual” e sugere que isso seja considerado crime como o racismo. O assunto rapidamente passou a ser comentado nas redes sociais e gerou reações de apoio e também críticas, principalmente no Twitter.
O novelista Aguinaldo Silva apoiou o deputado: “Concordo com Jean Wyllis: instituições que dizem curar gays devem ser processadas por estelionato. Eu, por exemplo, conheço vários gays que disseram estar ‘curados’. O problema é que todos eles tiverem recaídas. Também conheci vários heteros que disseram: ‘dessa água não beberei!’. Mas beberam”, afirmou ele no Twitter
O pastor Silas Malafaia entrou no debate. Afirmou que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo. Suas declarações foram postadas no seu perfil do Twitter para rebater os argumentos de Jean Wyllys, a quem o pastor classificou de “mentiroso de marca maior”.
Malafaia também negou que há igrejas que prometem a cura dos gays. “Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos”, afirmou.
O pastor apontou várias coisas que o deputado “finge que não sabe”:
1. Que ninguém nasce homossexual.
2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.
3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.
4. Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.
Wyllys reagiu pelo Twitter e escreveu que sua bíblia são as “cláusulas pétreas da Constituição Cidadã”. Sem citar diretamente o pastor, Wyllys afirmou que é a Constituição que “garante a pluralidade dos homens e mulheres e a laicidade do Estado, fundamental para a diversidade religiosa”.
Jean Wyllys continua defendendo o projeto de Lei que criminaliza a homofobia, conhecido por PL 122. Ele considera que as mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy deixaram o texto “defasado”. “O próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal”, escreveu.
O pastor Malafaia tem sugerido uma consulta pública para que os brasileiros digam se apoiam ou não a união afetiva entre homossexuais. “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!”.
Por fim, o pastor afirmou que “o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”.
Com informações Verdade Gospel, Terra e Folha

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Lady Gaga tenta ensinar teologia e participa de campanha mundial pró-gay

Postado por: Unknown às 21:32

Cantora foi escolhida pelo Fundo para Igualdade Global como símbolo de ativismo GBLT

Lady Gaga tenta ensinar teologia e participa de campanha mundial pró-gay
Lady Gaga parece que gosta de criar polêmica em busca de mais fama. Em um show recente, promovido por uma rádio em Los Angeles, ela disse aos fãs presentes que Jesus Cristo não existiria sem Judas. Antes de cantar a música “Judas”, que diz em certa altura: “Jesus é minha virtude e Judas é o demônio que me agarrou”, Gaga tentou explicar alguns de seus controversos pontos de vista religiosos.
“O Natal é acima de tudo sobre Jesus Cristo, sabe?”, disse ela. “Lembrem-se sempre que fui eu quem lhes disse a verdade sobre o Natal. Todos aí que estão ouvindo: Papai Noel existe”, gritou. “Sem Judas, não haveria Jesus Cristo”, disse antes de iniciar a música.
Este ano ela gravou um EP de Natal e no final do show cantou sua versão do clássico de Bing Cosby, “White Christmas” [Natal com neve], mas alterou a letra. Ao invés de falar ‘Christ’, decidiu adotar o termo “Kiss” [beijo] criando o termo Kissmas. ”Eu sempre achei que Christmas [Natal] soa engraçado, então eu vou mudar para Kissmas”, disse ela sob os aplausos da plateia.
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A música “Judas” já criou muita controvérsia para a cantora desde o seu lançamento. Ela decidiu usar símbolos cristãos em seu vídeo. Isso gerou uma briga entre Gaga e sua ex-diretora de criação, Laurieann Gibson. Sendo uma cristã, Gibson disse ter ficado incomodada durante a gravação do videoclipe de “Judas”.
“Em certo momento, havia o conflito de dois pontos de vista completamente diferentes. A tensão cresceu até o ponto que disse ‘Olha, não quero fazer parte disso”, disse Gibson. ”Sabe, eu acredito no Evangelho”, explica.
Bill Donahue, presidente da Liga Cristã de Direitos Civis e Religiosos, durante uma entrevista ao site “Hollywood Life”, criticou essa opção da cantora. ”Este é um truque barato. Lady Gaga tenta irritar os católicos e os cristãos em geral. Ela se veste de freira, engole um rosário… Está se tornando uma caricatura de si mesmo.”
Este mês a cantora também foi eleita como símbolo de uma campanha mundial para promover a aceitação da homossexualidade. A administração Obama destinará três milhões de dólares ao “Fundo para Igualdade Global”.  As diretrizes do Departamento de Estado sugerem que esta quantia pode incluir desde o financiamento de campanhas contra a legislação que define o casamento como uma união entre um homem e uma mulher, patrocinar paradas gay e também shows de Lady Gaga em diferentes países.
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, anunciou que “Este fundo irá ajudar-nos a estabelecer parcerias com organizações de mulheres e outros grupos de direitos humanos”. O site do Departamento de Estado descreve o fundo como uma “parceria público-privada” que “vai procurar parcerias dos governos doadores, empresas e fundações.”.
O objetivo também é fazer “programas que sensibilizem a opinião pública e um diálogo positivo sobre a homossexualidade, incluindo educação inclusiva e atividades culturais”.
Uma das primeiras inciativas foi convencer Lady Gaga, conhecida defensora da causa LGBT a se apresentar na EuroPride, em Roma”.
Recentemente, Barack Obama emitiu um memorando presidencial instruindo embaixadas norte-americanas a “ampliar os esforços para combater a discriminação, a homofobia e a intolerância contra a conduta LGBT” em seus países de acolhimento.
Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Protestante Digital, Toofab e Life Site News

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Estado não se mete no que é pecado e igreja não se mete no que é crime, diz Cristovam Buarque

Postado por: Unknown às 12:48


O senador entende que é necessário criar uma lei para coibir esses crimes, mas entende que o texto precisa ser mudado

Estado não se mete no que é pecado e igreja não se mete no que é crime, diz Cristovam Buarque
Antes de Marta Suplicy adiar a votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) sobre a PL 122/2006 gerou muita confusão. O debate aconteceu na última quinta-feira, 8, e reuniu tanto ativistas da causa homossexual como grupos religiosos que são contra a lei que criminaliza toda opinião contrária ao homossexualismo.
Os senadores Marcelo Crivella (PR-RJ) e Magno Malta (PR-ES) defenderam suas posições ao afirmar que o projeto de lei vai contra o Estado de Direito que garante a liberdade de pensamento e de culto.
Já o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) se mostrou no meio termo, ele acredita que é necessário sim criar uma lei para coibir esse crime contra homossexuais, mas ao mesmo tempo criticou o projeto dizendo “que a luta contra a intolerância não passe a ideia de que se está criando outra forma de intolerância”.
Buarque foi mais além e disse que o “Estado não se mete no que é pecado, mas igreja não deve se meter no que é crime”, essa frase foi aplaudida por muitos dos ativistas homossexuais que estavam presentes.
Outros senadores apoiaram o discurso de Cristovam, entre eles o senador Sérgio Petecão (PMN-AC) e Eduardo Suplicy (PT-SP)  que consideram bastante positivo a busca de um meio termo para que haja um entendimento entre ambas as partes interessadas no PL 122. A relatora do processo, Marta Suplicy, adiou a votação para 2012.
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Com informações Agência Senado