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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Receber o perdão dos pecados deixa as pessoas mais generosas

Postado por: Unknown às 23:03


Pesquisa mostra que confissão influencia no comportamento social

  • Receber o perdão dos pecados deixa as pessoas mais generosasReceber o perdão dos pecados deixa as pessoas mais generosas
    Um estudo feito entre católicos descobriu que as pessoas que se sentem culpadas por erros do passado são mais generosas depois de fazer a confissão dos pecados.
    Os pesquisadores do Royal Holloway de Londres e da Universidade de Oxford observaram que o sentimento de ser “absolvido” dos pecados e o sentimento de alívio da “culpa religiosa” deixava as pessoas mais inclinadas para as boas ações.
    Estudos anteriores já haviam mostrado que fortes sentimentos de culpa podem tornar as pessoas mais suscetíveis a fazer o bem.
    Isso sugere que a absolvição ofertada no confessionário poderia ser “contraproducente”, disse a equipe liderada pelo Dr. Ryan McKay, da Royal Holloway.
    Em seu artigo para a revista científica “Religion, Brain and Behaviour”, a equipe relata que perguntou: “Se o pecado é uma forma de dívida, os rituais de absolvição apagam essa dívida?”
    Eles perguntaram se esse grupo de católicos entrevistados acreditava no julgamento divino. Então, pediu-se que cada um pudesse pensar em um pecado que cometeu no passado e lhe foi perguntado como ele se sentia agora sobre aquelas situações.

    Depois, foram questionados como se sentiram quando confessaram a um sacerdote ou, se não tivessem feito isso, imaginassem como seria.
    Durante o processo, cada pessoa recebeu um envelope e pedia-se que colocassem algum dinheiro como doação para a igreja local. Aqueles que fizeram uma contribuição antes da tarefa envolvendo a confissão deram menos dinheiro que as pessoas que doaram depois.
    “Recordar – ou imaginar – uma absolvição aumentou fortemente as doações para igreja”, concluíram os cientistas.
    “Este efeito ficou mais evidente nos participantes que acreditavam no julgamento divino e que mais se dedicavam a atividades religiosas, como ler a Bíblia ou orar”.
    Dr. McKay disse: “Evidências recentes sugerem que as pessoas são mais propensas a se comportar em prol do próximo, ajudando, compartilhando, doando, cooperando e se voluntariando quando se sentem culpados.
    “Isso levanta a questão se os rituais religiosos da absolvição, em que as pessoas são perdoadas de seus pecados e libertas da culpa, realmente influencia negativamente no comportamento das pessoas.
    “No entanto, os resultados do nosso estudo sugerem o contrário. Alguém se ‘libertar’ do seu pecado tem um efeito pró-social positivo. Isso indica que o ritual católico da confissão também é um meio eficaz de promover o compromisso com a Igreja.”
    Os pesquisadores estão realizando pesquisas similares sobre os efeitos da confissão em outras religiões. Traduzido de Telegraph.

    quarta-feira, 6 de junho de 2012

    Generosidade, o fundamento da prosperidade

    Postado por: Unknown às 14:42

    Sermão Consolador sobre: "Generosidade, o fundamento da prosperidade"

    Generosidade, o fundamento da prosperidade
    A generosidade é o caminho da prosperidade. Quando abrimos o coração e as mãos para socorrer os aflitos, Deus abre sobre nós as janelas dos céus. A generosidade e não a usura é a fonte da verdadeira prosperidade. Vejamos três aspectos da generosidade cristã:
    Em primeiro lugar, a generosidade é uma semeadura que produz farta colheita. A Palavra de Deus diz: “A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda” (Pv 11.24). Na economia de Deus, você tem o que dá e perde o que retém. O dinheiro é como uma semente, só se multiplica quando é semeado. A semente que se multiplica não é a que comemos nem a que guardamos, mas a que semeamos. A semeadura generosa terá uma colheita farta, pois quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais. É o próprio Deus quem multiplica a nossa semente e faz prosperar a nossa sementeira, quando abrimos a mão para abençoar. Mãos abertas produzem bolsos cheios. O contrário, também, é verdadeiro. Ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda. Vasa entre os dedos. É como receber salário e colocá-lo num saco furado. Aqueles que acumulam com avareza o que poderia socorrer o aflito, descobre que esse dinheiro acumulado não pode lhes dar felicidade nem segurança. Aqueles que ajuntaram fortunas e viveram no fausto e no luxo, deixando à míngua o próximo à sua porta, descobrem que, quando a morte chegar, não poderão levar sequer um centavo. Não há caminhão de mudança em enterro nem gaveta em caixão. Mas aquilo que você dá com generosidade, é como uma semente bendita que se multiplica e alimenta a milhares.
    Em segundo lugar, a generosidade é uma dádiva que produz prosperidade. A Palavra de Deus é clara em afirmar: “A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado” (Pv 11.25). A prosperidade não é resultado da usura, mas da generosidade. A avareza é a mãe da pobreza, mas a generosidade é a genetriz da prosperidade. Aqueles cujos corações foram abertos por Deus, têm mãos e bolsos abertos para socorrer os necessitados. Jesus Cristo disse que mais bem-aventurado é dar do que receber. A contribuição não é um favor que fazemos às pessoas, mas uma graça que recebemos de Deus. Quando abrimos a mão para ofertar estamos investindo em nós mesmos e semeando em nosso próprio campo. Quem dá ao pobre empresta a Deus e ele jamais fica em débito com ninguém. Deus multiplica a sementeira daquele que semeia na vida dos seus irmãos. Quem dá alívio aos outros, alívio receberá. Quando damos a beber a quem tem sede, dessedentamos a nós mesmos. O bem que fazemos aos outros, retorna para nós em dobro.
    Em terceiro lugar, a generosidade é um empréstimo a Deus, que a ninguém fica devendo. A Palavra de Deus é enfática: “Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício” (Pv 19.17). Deus sempre demonstra um cuidado especial aos pobres. Deus, porém, faz tanto o rico quanto o pobre. Se o pobre é um mistério divino, o rico tem um ministério divino. O rico não deve acumular sua riqueza com avareza, mas distribui-la com generosidade. Deve ser rico de boas obras e ter consciência de que, o que recebe de Deus com abundância, deve ser compartilhado com generosidade. Isso é como emprestar a Deus, pois Deus é o fiador do pobre. Deus nunca fica em dívida com ninguém. Ele não dá calote. Sua justiça é perfeita e sua misericórdia não tem fim. Ele é a fonte de todo o bem. Tudo o que temos e somos vem de Deus. Riquezas e glórias vêm das suas mãos. É ele quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos semeando na vida do nosso próximo. É ele quem nos faz prosperar como fruto da generosidade. É ele quem nos paga em dobro tudo quanto ofertamos ao pobre.
    Autor: Hernandes Dias Lopes